• Kênia Dias
  • Guilherme Merochi
  • Gleide Firmino
  • Giselle Rodrigues
  • Kelly Costty
  • Daniel Landim

Kenia Dias

Kênia é diretora, performer e professora do Departamento de Artes Cênicas da UnB, com pesquisa voltada para dramaturgias corporais e registros de processos criativos. Em 2023, foi indicada aos prêmios Cesgranrio, APTR e APCA por seu trabalho em direção de movimento e espetáculo.

Conexão Ceincena

Corpo em Presença

O estado de presença foi o ponto de partida para acessar o corpo em movimento com escuta e consciência.

Periferias como Potência

Explorar o corpo a partir das extremidades e dos planos baixos revelou novas formas de se movimentar e ocupar o espaço.

Ler e Ser Lido

A leitura corporal entre duplas proporcionou uma troca sensível, onde o gesto do outro se transforma em expressão própria.

Rastro e Foco

A dinâmica entre ser visto e seguir o que ficou do outro trouxe à tona o poder dos detalhes e do que não é central.

Respiração como Dramaturgia

A respiração conduziu a cena e a fala, revelando seu papel central na presença cênica e emocional.

Autenticidade em Cena

A proposta de fala espontânea e presença verdadeira permitiu a criação de momentos genuínos e profundamente humanos.

Guilherme Merochi

Guilherme Merochi é estudante de Comunicação Social com mais de cinco anos de experiência como designer, videomaker mobile, social media e storymaker. Ele cobriu eventos importantes em Brasília, como o Capital Moto Week, FESTA - Festival Estudantil de Teatro Amador e Caixa Cross Parques, além de contribuir com a comunicação visual de várias empresas e instituições do DF.

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Portfólio Profissional

Análise de portfólios e orientações sobre como criar uma apresentação visual atrativa, destacando objetivos, público-alvo, identidade visual e os principais trabalhos realizados.

Identidade Visual e Apresentação

Discussão sobre a importância de definir paleta de cores, fontes e imagens que reflitam a essência do coletivo e de cada integrante, além de ter uma mini bio clara e objetiva.

Organização e Funcionalidade do Portfólio

Orientações práticas sobre como estruturar o portfólio com informações relevantes, incluindo logos de empresas/parceiros, resumo profissional e links de acesso.

Perfil Profissional nas Redes Sociais

Aprimoramento do perfil no Instagram com foco na biografia, foto de perfil, definição do @, harmonização do feed e coerência visual com a proposta do coletivo.

Estratégias de Comunicação Digital

Reflexão sobre como construir uma presença profissional nas redes, com clareza sobre objetivos, público-alvo e estratégias para tornar o conteúdo atrativo e funcional.

Pontos de Melhoria e Impacto

Identificação de ajustes necessários, como melhorar a bio, adicionar links para portfólio e redes, além dos depoimentos que reforçaram o quanto a oficina foi rica.

Gleide Firmino

Gleide Firmino é atriz, arte educadora e pedagoga de Brasília/DF. Com mais de 20 anos de carreira, tem destaque no teatro e no cinema, com prêmios como o Troféu Câmara Legislativa de Melhor Atriz em 2012 e 2024. Atuou em filmes como A Caroneira, Via Sacra, Branco Sai, Preto Fica e Mato Seco e Chamas, além de participar de importantes produções teatrais.

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Compartilhamento de Vivências

A oficina iniciou com uma roda de conversa onde Gleide compartilhou sua trajetória no teatro, cinema e licenciatura

Teatro de Rua e na Rua

Foi apresentada aos participantes a diferença entre teatro de rua e teatro na rua, ampliando o olhar sobre possibilidades de atuação fora dos espaços convencionais.

Aquecimento Corporal no Chão

A parte prática começou com um aquecimento no chão, buscando ativar o corpo, a respiração e a escuta dos próprios movimentos.

Jogo de Comandos no Espaço

A movimentação pelo espaço com comandos (como congelar, abraçar ou formar círculo) trabalhou presença, prontidão, atenção e relação com o coletivo.

Jogo do Círculo

O exercício do círculo, onde uma pessoa tentava sair enquanto as outras impediam, estimulou a colaboração, percepção do outro e fortalecimento do grupo.

Interpretação e Desconstrução

Na atividade com manchetes de jornal, os participantes experimentaram desconectar a emoção da fala, criando uma nova relação entre texto, corpo e intenção cênica.

Giselle

Coreógrafa, Bailarina, doutora em Artes e professora do departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, Atua como coreógrafa desde 1985, tendo trabalhos apresentados no Brasil e em festivais na Alemanha, Espanha, Suíça, México, França, Itália, Colômbia, Estados Unidos realizado dentre outros, em parceria com Luiz Mendonça e Márcia Duarte.

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Corpo em Experimentação

Gisele compartilhou sua trajetória, destacando sua relação com a dança através da experimentação, priorizando as sensações corporais ao invés de técnicas tradicionais como o balé

Respiração e Conexão com o Corpo

A prática iniciou com exercícios de respiração deitada no chão, focando em contrair e relaxar o abdômen e em “massagear os ossos” no contato com o chão

Caminhar em Fluxo Coletivo

O grupo caminhou pelo espaço buscando conexão, sincronia e presença, ajustando o tempo e o fluxo dos movimentos de forma conjunta, sem pressa

Caronas e Interferências

O exercício evoluiu para o acompanhamento do colega, apoiando a mão no ombro, simbolizando confiança e cuidado.

Interferência Coreografada

O jogo de interferência corporal se transformou em movimentos dançados, conduzindo o grupo para uma construção coletiva que mesclava improviso, dança e escuta.

Encerramento com Coreografia Coletiva

A oficina foi finalizada com a criação e execução de uma coreografia proposta pela convidada, selando o encontro através do movimento coletivo, da troca e da escuta sensível.

Kelly Costy

Kelly Costty é atriz, diretora, roteirista, produtora e mestre de cerimônias, com formação em Artes Cênicas. Iniciou sua trajetória no teatro em 2005 e, desde então, construiu uma carreira sólida e multifacetada no cenário cultural do Distrito Federal.

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Improviso como Técnica e Escuta

Improvisar não é só agir rápido, mas escutar ativamente e construir junto, como quem levanta um muro com o outro.

O Cômico e o Corpo em Jogo

A comicidade nasce da surpresa e da identificação, e o corpo é ferramenta expressiva tão potente quanto a fala.

Ferramentas do Humor

Conceitos como “punch” e estruturas narrativas simples (“Era uma vez… até que…”) deram base prática para o humor com precisão.

Vulnerabilidade Criativa

Colocar-se em jogo exige coragem e abertura ao erro o improviso revelou o valor da vulnerabilidade como potência coletiva.

Ritmo, Foco e Presença

Manter o ritmo e reconhecer o foco no palco são habilidades essenciais para sustentar a cena e envolver o público.

Improviso como Fundamento do Processo

O encontro reforçou que o improviso não é só um exercício, mas um método de criação que dialoga diretamente com o modo de produção do coletivo.

Daniel Landim

Daniel Landim é ator e colaborador de coletivos e projetos teatrais no Distrito Federal. Acredita que o teatro é um caminho para uma sociedade mais afetiva, sensível e humana, e vê o DF como um ponto de potência artística. Entre seus trabalhos, destacam-se Orun de Iago (dir. Fernanda Jacob), Autópsia IV (dir. Jonathan Andrade), Me Escuta (dir. Miriam Virna) e Violinha do Cerrado (dir. Zé Regino), entre outros.

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Teoria como Alicerce

O estudo do teatro e de seus fundamentos teóricos é essencial para criar com profundidade e consciência.

Teatro é Pergunta

A pergunta “O que é teatro para você?” abriu espaço para múltiplas verdades, reforçando a potência do olhar pessoal e coletivo.

Do Bancário ao Libertário

Entender a diferença entre processos hierárquicos e colaborativos revelou caminhos possíveis para a criação teatral libertadora.

Imaginário em Cena

A abordagem de Chekhov trouxe a imaginação como motor criativo, desafiando o hábito de atuar apenas a partir da própria vivência.

Presença e Afeto

As dinâmicas de olhar, escuta e exposição emocional ativaram o corpo e a sensibilidade como linguagem cênica e humana.

O Teatro como Contradição Viva

O encontro revelou o teatro como espaço de paradoxos entre o visível e o invisível, o simples e o sagrado, o íntimo e o coletivo.